Chamada na quadra
O professor abre a chamada da turma, marca presença e finaliza. É esse registro que alimenta a frequência do aluno e os sinais de retenção.
Chamada pelo celular, experimentais agendadas para a aula de hoje, feedback de nível do visitante e o histórico do que ele tem a receber.
Professor que precisa avisar a recepção sobre presença, aula experimental e pagamento gera três pontos de retrabalho. Dando a ele um acesso próprio, o registro acontece onde o fato acontece — na quadra — e a arena para de reconstruir a informação depois.
A presença é anotada em papel e digitada depois, a experimental é avisada por mensagem, e o acerto do mês é uma conversa de memória. Cada repasse é uma chance de perder informação.
O professor abre a chamada da turma, marca presença e finaliza. É esse registro que alimenta a frequência do aluno e os sinais de retenção.
As aulas de hoje, quem está matriculado em cada uma e o que precisa de atenção, sem precisar abrir a agenda inteira.
Quem vai aparecer como visitante na aula, para o professor receber a pessoa sabendo o nome — e registrar o nível percebido depois.
O histórico do que foi fechado e pago, em dois modelos: valor-hora ou percentual da mensalidade dos alunos das turmas dele.
Não. Ele vê apenas os próprios recebimentos e os dados das turmas em que atua.
O rateio é calculado no banco e congelado no fechamento do período, então o valor não muda depois se a mensalidade for alterada.
Sim, mas o valor está em registrar durante ou logo após a aula. Frequência lançada em lote no fim do mês não sustenta sinal de retenção.
Do primeiro contato à matrícula, cada interessado tem um estágio, um responsável e uma próxima ação. E no fim do mês você sabe quantos viraram aluno.
Ver funcionalidade Núcleo da operaçãoUm aluno pode estar em várias turmas, e a mensalidade acompanha o cadastro dele — com trava no banco contra cobrança duplicada.
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